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Demonstração de nova prova de Santo Huberto
O Clube de Caça e Pesca de Cabanas de Viriato levou a efeito a sua segunda largada de perdizes com regra das provas do Campeonato Nacional de Santo Huberto, realizada durante a manhã do último domingo, dia 22 de Julho, em mata do seu campo de tiro.
Funcionando como prova de demonstração e conhecimento d aquelas regras, a largada teve participação de 10 caçadores , cada um munido do seu próprio cão de parar, que viriam a ser distribuídos em duas séries, segundo sorteio feito após a refeição do pequeno-almoço(taco). A julgar o desempenho dos caçadores e respectivos cães estiveram Luís Figueiredo e Fernando Figueiredo, juízes da Confederação Nacional dos caçadores Portugueses, pertencentes à Federação da Caça e Pesca da Beira Interior, com seda na cidade da Covilhã.
A prova teve por objectivos promover o espírito desportivo do caçador e torná-lo na correcta prática do acto cinegético, tendo em consideração os aspectos técnicos, legais e cívicos, e a função e utilização do cão de parar. Para avaliação do desempenho dos caçadores e respectivos cães, os juízes seguiram critérios de exactidão e educação (conduta do concorrente em relação à observação das normas do caçador ecológico), segurança e habilidade (observação das normas de segurança no decurso da prova), e espírito desportivo (conduta do caçador em relação à caça e ao seu cão).
Iniciada às 9 horas, a prova terminou cerca do meio-dia, seguindo-se o almoço de confraternização. Chanfana, acompanhada de batatas cozidas e salada de alface e tomate, foi o prato principal daquela refeição, servida no piso cave que deu inicio à construção, em terreno do campo de tiro, da futura sede do clube.
Marcando presença só nessa altura, «Defesa da Beira» colheu informação de Luís Figueiredo, um dos juízes da prova e vice-presidente da direcção do Clube de Caça e Pesca de Cabanas de Viriato, tendo o mesmo realçado que as duas provas de Santo Huberto realizadas por este clube são as únicas levadas a efeito a nível da Federação de Caçadores de Viseu. “Desta vez foi a brincar, mas a próxima será a sério”, avisou no momento em que iam ser divulgados os resultados da avaliação feita pelos juízes.
Cada juiz avaliou uma série, saindo do conjunto das duas a seguinte classificação dos quatro foram melhores pontuados: 1º -Eduardo Figueiral, de Viseu; 2º - João Domingos, de Lapa do Lobo;3º - Luís Cunha, de Fornos de Algodres;4º - Augusto Araújo, de Viseu. Por prémio, cada um recebeu uma taça, não tendo sido entregue a de Luís Cunha (3.), que se ausentou antes do almoço. Além disso, todos os caçadores foram contemplados com uma medalha de participação.
No final do convívio, Aníbal Pereira, presidente da direcção, realçou que os caçadores são uma família. “Ainda mais quando juntamos as nossas mulheres , acrescentou, numa alusão à presença de duas senhoras. “Não somos matadores, somos caçadores com comportamento cívico e desportivo”, frisou de seguida. Ao agradecer a presença dos caçadores, fez menção especial ao presidente do Clube de Caça de Paranhos da Beira, ao qual tinha dado a honra de proceder à entrega dos prémios.
Num aparte, cabe acrescentar uma nota de realce relativamente ao campo de reprodução de coelhos bravos e ao asseio do parque da merendas, mas também uma nota depreciativa em relação ao abandono em que se encontra a extensa plantação de Várias espécies de árvores (carvalhos, cedros e pinheiros), que se tem de atravessar até chegar ao parque de merendas, causando um sentimento que faz perder o gosto que se
colhe daquele parque.
In Defesa da Beira
27/07/2007
A prova teve por objectivos promover o espírito desportivo do caçador e torná-lo na correcta prática do acto cinegético, tendo em consideração os aspectos técnicos, legais e cívicos, e a função e utilização do cão de parar. Para avaliação do desempenho dos caçadores e respectivos cães, os juízes seguiram critérios de exactidão e educação (conduta do concorrente em relação à observação das normas do caçador ecológico), segurança e habilidade (observação das normas de segurança no decurso da prova), e espírito desportivo (conduta do caçador em relação à caça e ao seu cão).
Iniciada às 9 horas, a prova terminou cerca do meio-dia, seguindo-se o almoço de confraternização. Chanfana, acompanhada de batatas cozidas e salada de alface e tomate, foi o prato principal daquela refeição, servida no piso cave que deu inicio à construção, em terreno do campo de tiro, da futura sede do clube.
Marcando presença só nessa altura, «Defesa da Beira» colheu informação de Luís Figueiredo, um dos juízes da prova e vice-presidente da direcção do Clube de Caça e Pesca de Cabanas de Viriato, tendo o mesmo realçado que as duas provas de Santo Huberto realizadas por este clube são as únicas levadas a efeito a nível da Federação de Caçadores de Viseu. “Desta vez foi a brincar, mas a próxima será a sério”, avisou no momento em que iam ser divulgados os resultados da avaliação feita pelos juízes.
Cada juiz avaliou uma série, saindo do conjunto das duas a seguinte classificação dos quatro foram melhores pontuados: 1º -Eduardo Figueiral, de Viseu; 2º - João Domingos, de Lapa do Lobo;3º - Luís Cunha, de Fornos de Algodres;4º - Augusto Araújo, de Viseu. Por prémio, cada um recebeu uma taça, não tendo sido entregue a de Luís Cunha (3.), que se ausentou antes do almoço. Além disso, todos os caçadores foram contemplados com uma medalha de participação.
No final do convívio, Aníbal Pereira, presidente da direcção, realçou que os caçadores são uma família. “Ainda mais quando juntamos as nossas mulheres , acrescentou, numa alusão à presença de duas senhoras. “Não somos matadores, somos caçadores com comportamento cívico e desportivo”, frisou de seguida. Ao agradecer a presença dos caçadores, fez menção especial ao presidente do Clube de Caça de Paranhos da Beira, ao qual tinha dado a honra de proceder à entrega dos prémios.
Num aparte, cabe acrescentar uma nota de realce relativamente ao campo de reprodução de coelhos bravos e ao asseio do parque da merendas, mas também uma nota depreciativa em relação ao abandono em que se encontra a extensa plantação de Várias espécies de árvores (carvalhos, cedros e pinheiros), que se tem de atravessar até chegar ao parque de merendas, causando um sentimento que faz perder o gosto que se
colhe daquele parque.
In Defesa da Beira
27/07/2007
Data de Publicação: 01/08/2007
